Entenda a importância das tecnologias em fertilizantes para a lavoura

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A nutrição das lavouras é uma preocupação central para todo produtor rural. São várias demandas que dependem de um bom resultado no campo: o próprio agricultor vive dessa renda, a cadeia de produção espera por boas safras para trabalhar e a população cada vez maior, evidentemente, precisa comer. Por essas razões, as tecnologias em fertilizantes estão mais aprimoradas e são fundamentais para dar conta dessa realidade.

É que não basta apenas um solo rico, bem cuidado e nutrido. É necessário se certificar de que a cultura cultivada esteja absorvendo os nutrientes básicos para seu desenvolvimento. E é aí que a tecnologia atua. Só para você ter uma ideia, a meta para a eficiência do uso do nitrogênio está na faixa de 60% a 90%, mas de acordo com a IFA (International Fertilizer Association), metade não é absorvida.

Assim, quando a absorção do nitrogênio utilizado em um ano de aplicação é inferior a 60%, os riscos de perdas nutricionais para o meio ambiente são altos. Acima de 90%, entretanto, pode afetar a saúde do solo. Por meio das tecnologias em fertilizantes, é possível se aproximar dessa média ideal independentemente das características da lavoura.

Os tipos de tecnologias em fertilizantes

Quando falamos em características da lavoura, nos referimos ao modo de plantio, claro, mas também ao tipo de mão de obra existente. Por exemplo, quando há escassez de trabalhadores, é importante ter uma tecnologia em que a aplicação de nutrientes não precise ser tão frequente, pois será inviável fazer este trabalho com todas as outras demandas que existem para a manutenção da lavoura.

Os produtores de fertilizantes sabem disso e, exatamente por esta razão, desenvolvem uma série de produtos que atendem às especificidades de cada caso. Confira os tipos mais comuns atualmente!

  • Fertilizantes de liberação lenta e controlada: são aqueles que liberam os nutrientes das plantas por um período maior do que os fertilizantes tradicionais. Eles fazem isso por conta de revestimentos poliméricos, cadeias poliméricas ou inibidores de urease ou nitrificação. É justamente esta a tecnologia em fertilizantes que atende ao exemplo que acabamos de dar, de escassez de mão de obra.
  • Fertilizantes hidrossolúveis e NPKs líquidos: adequados para uso em lavouras com fertirrigação, hidroponia ou aeroponia, bem como para sistemas agrícolas verticais e para pulverização foliar. Em todos os casos, os níveis de eficiência no uso dos nutrientes são bem elevados.
  • Nanofertilizantes: já são muito comuns especialmente na Índia, com o uso da nanoureia. Mas há pesquisas desenvolvidas para a produção de fertilizantes de nanofósforo e nanonutrientes.
  • Bioestimulantes vegetais: normalmente produzidos a partir de algas marinhas e extratos de plantas ou ácidos orgânicos, são eficientes no estímulo ao processo de nutrição das plantas independentemente do teor de nutrientes do produto. Também são eficazes na melhoria da tolerância ao estresse abiótico. Por isso, são cada vez mais populares e têm sido adicionados aos fertilizantes naturais.
  • Microorganismos: bactérias, fungos e algas podem auxiliar na fixação do nitrogênio do ar ou aumentar a disponibilidade de nutrientes do solo ou na rizosfera.

Uma questão que vale ser ressaltada é que essas tecnologias em fertilizantes não são isoladas. Quer dizer, não é preciso optar por um ou outro processo de modo a melhorar os resultados na sua lavoura. A verdade é que todas elas são complementares a outras abordagens já praticadas e, entre os fertilizantes minerais já comercializados no mercado, muitos já contam com essas aplicações.

Neste cenário, a participação de startups tem sido fundamental, pois elas trazem pesquisas e ideias interessantes de serem implementadas e que conversam com as necessidades do produtor rural. No campo, a preocupação do produtor deve ser manter contato com bons fabricantes de fertilizantes, reconhecidos no mercado pela qualidade dos produtos e pela preocupação com a evolução constante. Esses fabricantes estão sempre atentos a esse processo de inovação no setor.

São eles que trabalham diariamente para garantir as soluções que o mercado precisa para assegurar o desafio que é cuidar da alimentação do Brasil e do mundo. Em todo caso, aí no seu dia a dia, a máxima que deve continuar sendo seguida sempre é: a melhoria da eficiência da aplicação dos nutrientes requer o manejo a partir da fonte certa, na taxa certa, na hora certa e no lugar certo ― conhecimento denominado Manejo de nutrientes 4C ou, em inglês 4R. O restante das melhorias vão ser implementadas aos poucos, com tempo.

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Esperamos que este artigo tenha possibilitado a você conhecer as soluções presentes no mercado capazes de garantir uma colheita mais produtiva e saudável. Para saber mais sobre este assunto e sobre outras tecnologias em fertilizantes, continue acompanhando o nosso blog! Temos sempre informações úteis para você. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco ou deixe o seu comentário no espaço abaixo. Aproveite e conheça o nosso portfólio de produtos!

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